Chögyam Trungpa Rinpoche

Trungpa Rinpoche sempre me impressionou pela clareza e lucidez dos seus ensinamentos, mas acima de tudo, pelo cultivo à abertura e a vontade de se colocar à disposição de qualquer coisa que surja em nossas experiências- o espírito do guerreiro.  Seja um samurai, jedi ou Bodhisattva. Ou o general, como Chagdud Rinpoche nos ensinava, que pela simples presença, sem nem ter que desembainhar sua espada, fazia com que os inimigos se rendessem e se curvassem.
“No sentido mais comum, renúncia é frequentemente conectada com ascetismo. Você abre mão dos prazeres sensoriais do mundo e abraça uma vida espiritual austera com o propósito de compreender um significado mais elevado da existência. No contexto da Shambhala, renúncia é bem diferente. O que o guerreiro renuncia em sua experiência é qualquer coisa que seja uma barreira entre si mesmo e os outros. Em outras palavras, renúncia é fazer a si mesmo mais disponível, mais gentil e aberto aos outros. Qualquer hesitação em se abrir aos outros é removida. Pelo bem dos outros, você renuncia à sua privacidade.”

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Uma resposta para Chögyam Trungpa Rinpoche

  1. Oi, Clóvis. Muito legal seu post, obrigado. Não sei se há conexão com este pensamento que me surgiu outro dia… “abandonaria tudo pelo Dharma, mas se tudo é o Dharma, como posso abandonar?”. Grande abraço.

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